É capaz.
De facto não é normal, um número afixado com todo o cuidado, com toda a esquadria e centralização, ter o descuido de estar o principal ao contrário.
Sintra, foi terra de Templários, Maçonaria, Priorados e Orgias. Só pode ser um símbolo. Um sinal para pessoas de fora identificarem o local do culto secreto.
É de ler este comentário de António no post do Pedro Macieira:
” Já que está a ter tanta visibilidade (o vídeo da Maitê Proença), seria bom lembrar que aquela porta pertence ao antigo Hotel Victor – frequentado por Eças,Camilos, Ramalhos e outros grandes intelectuais do Séc.XIX e que como é sabido, surge inclusivamente, retratado nos Maias. É também de recordar que quem o mandou construir foi o Victor Sasseti, dono do Hotel Bragança, em Lisboa, maçon e grande amigo de António Carvalho Monteiro e do Luigi Manini, que lhe fez o projecto do Cottage Sasseti, na encosta dos Mouros, agora propriedade da Câmara.Claro que o Sasseti pôs o número ao contrário de propósito! Nesta «vilazinha» tudo tem certo espírito secreto. Pena a senhorita não arranjar ninguém que lhe explique a simbologia do três…
O três invertido, tal como o triângulo invertido, representa o princípio masculino. O número três, como o cinco ou o sete, tem importantes conotações maçónicas (por exemplo, os três símbolos da Maçonaria são o Esquadro, Nivel e o Fio de Prumo).Três são também as Graças, como se pode ver no painel da Regaleira. Já para não falar da triplicidade do tempo (passado, presente e o futuro) e de outras coisas que davam pano para mangas.”

Obrigado a António Portugal que ganhou um leitor, e a Pedro Macieira que também é o autor da foto.
O três invertido, tal como o triângulo invertido, representa o princípio masculino. O número três, como o cinco ou o sete, tem importantes conotações maçónicas (por exemplo, os três símbolos da Maçonaria são o Esquadro, Nivel e o Fio de Prumo).Três são também as Graças, como se pode ver no painel da Regaleira. Já para não falar da triplicidade do tempo (passado, presente e o futuro) e de outras coisas que davam pano para mangas.”

Olá Nuno,
Por acaso tão curioso é o 3 colocado ao contrário como até os elementos decorativos da grelha em metal, cujos elementos decorativos aparentam também serem derivados de 3’s estilizados. Pode até ser coincidência, mas se o edifício e os seus elementos ainda são os de origem, então pode muito bem intencional.
Comentário por Manuel — Outubro 16, 2009 @ 5:10 pm |
A grelha deve ser original. Já o número e os parafusos parecem ser mais recentes, mas é uma coincidência incrível.
Comentário por Nuno Saraiva — Outubro 16, 2009 @ 5:16 pm |
Não te preocupes com as ironias dos brasileiros. Somos assim mesmo. Alias, também sou contador.
Sucesso gajo
RFA
Comentário por Rafael Profeta — Outubro 17, 2009 @ 12:26 am |
É interessante! Carece de melhor investigação! De fato de tudo que recebemos de Portugal a Maçonaria é uma das coisas com as quais mais convivemos! Que os irmãos de lá nos ajudem nisso! Aguardo novidades! Abraços!
Comentário por Adson Lins Santos — Outubro 17, 2009 @ 2:20 pm |
Admiro e gosto de uma boa piada.
No entanto, é conveniente conhecer bem o público a que ela de destina, para não cairmos num caso “político” como este.
Se um anónimo conta uma anedota ela fica isso mesmo anónima, nas se ela é contado por uma pessoa pública o caso muda de figura.
Essa senhora demonstrou um aproveitamento da sua figura pública para fazer figura de parva.
E é isso mesmo que ela é.
ml
Comentário por Manuel Lino — Outubro 18, 2009 @ 9:53 pm |
Bem o Símbolo representa aquilo que o seu observador quiser observar! O problema é que observar é diferente de Ver…
Meus amigos, todos os números são importantes e representam duas coisas, qualidade e quantidade à excepção do 0 e do infinito que são só qualidades e não quantidades. Portanto se quisermos ir por aí, o 1 é o número mais importante pois representa a Unidade e sem ele não há 2…
O 3, o 5 e o 7 são tanto maçónicos como de outras artes se quiserem, pois não são propriedade de ninguém. São ferramentas. A maçonaria como é conhecida hoje tem pouco mais de 200 anos e já se usavam estes números em toda a sua propriedade antes dela.
Agora pode-se especular tudo o que quisermos e por vezes sem chegar a lugar nenhum… dou um exemplo: o 3 invertido pode ser o épsilon minúsculo – a quinta letra grega! Ou a nona letra do alfabeto cirílico (e lê-se Z neste caso), só para complicar! São pictoricamente parecidos, por isso posso associá-los com propriedade.
Poderia especular que pode ser a Trindade invertida (vista ao espelho), ou um triângulo invertido para a matéria, já que se fosse de lado ficaria igual… caríssimos podemos dizer o que quisermos. Agora o que dificilmente iremos perceber é a razão que realmente levou o seu autor a inverter o 3 e o que de facto era importante para ele ao fazê-lo, a não ser perguntando-lhe…
Comentário por Eurico — Outubro 19, 2009 @ 3:23 pm |
Ler com alguma dose de lunatismo:
Claro que, caso seja por ser a sede secreta dum priorado que tem a sua guarda um escrito antigo, vamos saber que foi uma pessoa que não sabia ler e se enganou.
A minha questão é: Se fosse um mero engano, não simples desaparafusar e rodar?
Comentário por Nuno Saraiva — Outubro 19, 2009 @ 5:21 pm |
Não conhecia essa simbologia. Mas sou eu que pouco mais tenho que a 4ª classe antiga. Era bom que alguém confirmasse ou desmentisse. Para não parecer que continuamos muito preocupados com isso.
Comentário por zé lérias — Outubro 19, 2009 @ 8:55 pm |
Até pode ser alguém que goste de fazer o pino à entrada da porta… ou um doido varrido que só olhe para números através de um espelho, tipo agente secreto!
Comentário por Eurico — Outubro 19, 2009 @ 9:15 pm |
a pergunta impõem-se: quem tira o(s) à maitê?
Comentário por zé zé camarinha — Outubro 20, 2009 @ 9:45 am |
desculpem a gralha, o que eu queria dizer era:
a pergunta impõem-se: quem tira o(s) 3 à maitê?
Comentário por zé zé camarinha — Outubro 20, 2009 @ 9:45 am |
Quanta besteira !!!
Comentário por Marciel — Outubro 20, 2009 @ 5:47 pm |