Liga Record e pequenos actos de gestão
Começa amanhã a sério este passatempo da Liga Record.
O primeiro acto de gestão é a escolha dos 23 jogadores que no nosso entender venham a ser mais pontuados, mas claro tendo em conta o custo-benefício. Eu acredito que o Quaresma ao fim de 10 jogos valha 30 pontos. Mas também acredito que o João Pinto e o Cardozo, que juntos “custam menos que o primeiro, façam mais do que isso.
Cabe a cada um decidir. É um pouco como investir em acções. Investir nos activos que valem mais daqui a um ano.
Depois, há a gestão curto-prazo, decidir os onze que vão pontuar em cada jornada, sabendo que se escolhermos um jogador que não jogue pontua (-1).
Há dois tipos de factores a analisar, o calendário da jornada e as notícias (lesões, castigos, opções dos treinadores, etc.)
- No calendário há que ter em conta as equipas adversárias, quem vai jogar contra quem. Não faz muito sentido colocar defesas que vão jogar contra um dos três grande por exemplo, serão penalizados por golos sofridos. Além disso há que ter em conta que ter na equipa muito jogadores adversários tende a causar efeito nulo - Recordo-me que há dois anos tinha na minha equipa o Ricardo Rocha e o Liedson. Os defesas são penalizados por golos sofridos (gratificados se não sofrerem), os avançados ganham pontos por golos marcados. Havia que decidir entre um e outro pois um + o outro tenderia para zero. Usando mais o coração que a razão escolhi o Rocha. O Rocha foi expulso levou pontos negativos pelos golos sofridos, pelo vermelho e pela derrota. O Liedson marcou um golo, ganhou pontos pelos dois golos do Sporting, pelo seu, pela vitória, e possivelmente por ter sido o melhor em campo. Foi um diferencial de quase 30 pontos.
- Depois há a gestão da informação: indisponibilidades ou ausências por opção. Para esse objectivo, recorri às feeds do Destakes e criei uma pesquisa para cada jogador no Google reader. Assim basta-me ler a feed à quinta à noite, antes de decidir.
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Já é gestão q.b. para um não gestor.









