Como é possível eu consultar o meu próprio blog, nas instalações dum cliente, blog este, mantido em wordpress.com e deparar-me com um Google ADS quando eu não tenho conta?
Quem é que fica com estes cêntimos?

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Quem é que fica com estes cêntimos?

Uma das coisas que cada vez mais se vê na imprensa é a escolha de títulos sensacionalistas. O problema é quanto o título diz uma coisa e o conteúdo é outro ou sem pés nem cabeça.
Esta notícia diz-nos que:
O PCP, a CIP e a associação dos restaurantes querem um período de transição para as empresas na aplicação das novas regras de contabilidade.
A duas semanas da entrada em vigor das novas regras contabilísticas e fiscais, o Sistema de Normalização Contabilística (SNC), as empresas – PME – não estão preparadas para as novas normas. Estas entram em vigor já em Janeiro, e os especialistas referem que há ainda um grande desconhecimento por parte dos empresários sobre o impacto que o novo sistema trará.
Um estudo da KPMG indica que 93% das 214 empresas inquiridas admitem que estão insuficientemente informados sobre as implicações fiscais do SNC. O ‘partner’ da KPMG, Vítor Ribeirinho, considera que os empresários estão mal preparados. “Aquilo que era expectável nesta altura era que estivessem a preparar os seus processos de transição”, afirmou. “Mas as entidades não têm percepção do que vai acontecer, ainda não há acções de alteração dos sistemas informáticos, por exemplo”, acrescentou.
O título é Empresas não estão prontas para a nova contabilidade.
Não sou especialista em estatística, mas 214 empresas não é muito pouco?
Mais: Quantas PMEs têm dimensão para ter sistema de contabilidade próprio?
Creio que maioria dos contabilistas já tem preparado o processo de transição, e o mais importante é ter os conceitos interiorizados e não o sistema informático. A contabilidade é um sistema de informação. Não é natural que as empresas tenham de alterar o que quer que seja nas suas operações porque mudou o sistema contabilístico.
E falar em impacto fiscal nas PMES? Muda muito pouco nas operações do dia-a-dia. Muda muito o relato a fazer em 2011, muito trabalho adicional, muita divulgação. Agora a empresa em si, não tem de preparar nada, a não ser o seu sistema de informação.
Ainda assim, se uma empresa que tem dimensão para ter a contabilidade feita internamente, tem em empregado Técnico de Contas que ainda não mexeu uma palha, não foi a uma formação, ou a empresa está falida, ou tem um péssimo contabilista.
Fui ver o Avatar, versão 3D.
A versão 3D custa mais 2 Euros que a versão normal. Vale a pena por ser diferente e pouco usual. Podia explorar mais o factor sensação de objectos a vir na direcção do espectador, acontece uma vez ou outra. Ainda assim, é engraçado ver o filme todo como se este se passasse numa caixa.
Gostei muito do filme em sim, e parece-me evidente que, caso tenha sucesso economicamente, pode vir a ter uma sequela, ou quem sabe, ser uma triologia.
O final do filme deixa isso em aberto.
O filme baseia-se em alguns cliches, no que respeita ao enredo, aquelas coisas dos últimos segundos, etc., mas é interessante o aspecto do avatar, e o problema emocional que pode estar subjacente aos sites e relacionamentos em mundos virtuais: O personagem vive em dois mundos, o virtual torna-se mais importante que o real. Com um argumentista mais lamechas até havia dois romances, o do personagem homem e do personagem avatar.
É difícil não associar o que se passou no filme com a expulsão de povos indígenas por colonizadores (e nos Estados Unidos cada vez mais pessoas têm esse sentimento de culpa). É realmente triste e dá que pensar.
Podia descrever mais coisas, da história seria um spoiller, o que este filme tem de diferente está aqui muito bem descrito.
Só mesmo ele para escrever o que se segue, no site da empresa:
mas há mais: é que se de facto a ideia é uma boa ideia e a equipa é uma boa equipa, é difícil copiar o projecto. As ideias são commodities, valem zero, são como olhos do cú, cada um tem o seu. O que interessa de facto é a execução.
De repente pensei que ia ficar milionário. Ai estes títulos generalistas..

Nas primeiras audições, o novo single do Michael Buble parece bom. A música ouve-se bem.
Mas há um problema, há um pouco um desvio de estilo, MB abandona o estilo clássico de Frank Sinatra, Tony Bennet, para um estilo “à playlist da Rádio Comercial” quase a lembrar as músicas do Mika e outros desse género.
Não duvido que possa ter sido um excelente opção economicamente mas artisticamente piorou, saiu dum estilo de elite para o Mainstream.
MB era o cantor que tinha discos perfeitos para acompanhar um jantar romântico, onde se degustaria Bife com molho Gorgonzola e um bom vinho tinto; com verdadeiras canções (daquelas que nem se percebe onde está o refrão), como Everything, A Foggy Day, Call me Irresponsible, e o excelente hino ao amor não correspondido (Do George Michael) Kissing a Fool.
Se ainda gosto do MB? Gosto, mas não é a mesma coisa.
True MB below
A expressão acima é daquelas que me custa traduzir.
Num trabalho que estou a fazer no âmbito do Mestrado sobre EFQM, tenho de usar a expressão em português, caso haja tradução.
Existe em Portugal uma associação com o intuito de desenvolver o conceito: CGOV.
Esta associação nacional optou por não traduzir o conceito, porém alguns professores insistem que se deve dizer governação das sociedades. Não é a tradução exacta.
Mas depois de ver a tradução brasileira, “governação das sociedades” está comprado!
… que recebi um e-mail duma software house, que me considerava um representante, onde me enviava um e-mail em anexo, com uma estratégia de venda dos seus produtos, isto é, com os argumentos para me enganar a mim, cliente de software, vocês acreditavam ?
“Fazer da Lei o nosso argumento de venda”