Obrigado por tudo.
Maio 11, 2008
Obrigado por tudo. Pelas alegrias e pela alma benfiquista. Um jogador assim não se esquece.

Obrigado por tudo. Pelas alegrias e pela alma benfiquista. Um jogador assim não se esquece.



O lançamento do podcast Triplo Expresso serve como mote para a escolha da música desta semana.
Música: I wanna be Evil
Banda: Killing Jazz
Download do Album: www.jamendo.com/en/album/6028
Links
Triplo Expresso: www.triploexpresso.com/
David Rodrigues: http://sixhat.net/
Maria João Valente: Mac²
Phil: iPhil
Vale e Azevedo e pirou-se??? Possivelmente era o nome do ficheiro que o jornalista fez, e quem colocou no site não alterou. Mas convinha…
Esta situação lembra-me uma que se passou comigo em 2001. Um colega meu fez um trabalho que consistia numa análise para rectificar umas taxas de exploração que vinham sendo mal calculadas e cobradas desde há cinco anos. O resultado da análise daria que essa entidade teria que pagar uma quantia avultada de dinheiro, provavelmente incobrável.
Não é que o tipo envia-me a análise e no subject do mail escreve: Área de Serviço de Badajoz [1] - Operação Torres Gémeas
Eu revejo a análise, estava correcta e reencaminho o mail para o cliente. Que ainda por cima não deu feedback escrito, mas sim cara-a-cara.
No mesmo site, uma entrevista de Pedro Melo, da KPMG: Link
Um dos aspectos importantes, é a necessidade de mudar o ensino. Algo que cá em Portugal, não correu mal de todo. Há no meio universitário mais resistentes às novas tecnologias, do que às políticas em si e suas constantes mudanças.
Para breve a implementação no Brasil:
A adequação da Europa ao International Financial Reporting Standards (IFRS), ocorrida em 2005, é apontada por especialistas como um modelo para a transição do Brasil. As firmas de consultoria nacionais “importam” auditores para guiar o novo padrão contábil brasileiro, mas têm, ao mesmo tempo, o desafio de não importar junto os erros que atrapalharam a adequação naquele continente. Entre os problemas que devem ser evitados está a falsa impressão de que o IFRS é um padrão simples e que pode ser deixado para a última hora.
Paul Sutdiffe, partner da Ernst & Young, numa interessante entrevista ao site www.financialweb.com.br
A maioria da matéria aprendida numa licenciatura deixar de ser necessária?
É o que sentem neste momento os contabilistas americanos, perante a ideia de se abandonar os USGAAPS nos E.U.A.
Mais um grupo de pressão, contra a harmonização. Especialistas em USGAAPS, que queimaram suas pestanas a estudar e discutir as largas centenas de páginas daqueles standarts.
- from When I Think Back on All the GAAP I Learned in Grad School

Fotos da nova coqueluche do mundo móvel. O iphone que se cuide.
BlackBerry Kickstart
O Canadá já se havia adiantado aos Estados Unidos e no ano passado haviam decidir adoptar as IFRS, as normas de relato financeiro que brevemente serão utilizadas em todos os Estados Membros da União Europeia; abandonando definitivamente os Canadian accounting principles, o equivalente ao nosso Plano Oficial de Contabilidade.
Porém, parece que a implementação das IFRS, por aqueles lados não está a correr nada bem, conforme divulgou no passado dia 26, o site do jornal Finantial Post. Pouco interesse dos empresários, e pior, alguma desinformação dos contabilistas que segundo inquérito feito pelo jornal, desconhecem as novas regras, e ainda nem sequer apuraram se os seus softwares informáticos permitem mudar, nem que impacto terá no resultado. Algumas empresas e comités de auditoria ainda não tiveram qualquer formação no tema.
É certo que também em Portugal há coisas que correm mal, mas há que assumir que a CTOC e a OROC têm feito um óptimo trabalho no âmbito da formação e não cabe na cabeça de ninguém, em Portugal, pensar que determinadas regras não são cumpridas por desconhecimento dos contabilistas ou revisores. Como em tudo haverá excepções, mas no geral, Portugal tem bons profissionais que com certeza implementarão com sucesso as IFRS no tecido empresarial português.