Nuno Saraiva

Novembro 8, 2009

Vampiradas

Arquivado em: Geral — Nuno Saraiva @ 11:18 pm

VAMP

The Great Archives determine you to have gone by the identity:
Elijah Beau Pre

Known in some parts of the world as:
Thanatos of The Nile

The Great Archives Record:
An Egyptian of ancient origin

Teste

Gostei do Thanatos of The Nile.. Tem pinta! :D

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The Great Archives determine you to have gone by the identity:
Elijah Beau Pre
Known in some parts of the world as:
Thanatos of The Nile
The Great Archives Record:
An Egyptian of ancient origin

Novembro 6, 2009

A nossa vida

Arquivado em: Geral — Nuno Saraiva @ 8:29 am

A nossa vida como nos filmes
imagens a passar muito depressa – folhas -
os pés a subir direitos rumo ao sol
as olheiras escondidas atrás de lentes escuras:
a nossa vida – filmes – uma voz que te chama,
é de noite e ainda não encontraste
o teu lado certo na cama, agora que a cama
é toda tua, e o roupeiro, e a janela, e o chuveiro.
Abres a porta do frigorífico e faltam os iogurtes
dele, uma cerveja, a nossa vida:
filmes – a rever pela noite fora – filmes,
lembras-te de quando eram felizes
e namoravam a olhar o rio ou o mar -
água corrente é qualquer coisa de romântico -
lembras-te de quando eram mistério
e os dez dedos das mãos serviam para descobrir,
lembras-te de quando as palavras
ainda só serviam para amar ou seduzir:
a nossa vida, hoje, como nos filmes,
como uma fita a andar às voltas
em frente de uma luz, perigo de fogo,
as unhas roídas porque é fim-de-semana
e os passeios com ele não se repetem,
porque é fim-de-semana, dolorosamente,
e à hora que ele sai do trabalho continuas sozinha,
a nossa vida, a nossa vida, a nossa vida.

Luís Filipe Cristóvão

 

Outubro 25, 2009

O lado COOL da vida

Arquivado em: Música, Vídeo e piadas — Nuno Saraiva @ 8:11 pm

Promoção do ano

Arquivado em: Vídeo e piadas — Nuno Saraiva @ 7:32 pm

Outubro 16, 2009

Será o 3 da Maitê um símbolo Maçónico?

Arquivado em: Geral — Nuno Saraiva @ 3:23 pm

É capaz.

De facto não é normal, um número afixado com todo o cuidado, com toda a esquadria e centralização, ter o descuido de estar o principal ao contrário.

Sintra, foi terra de Templários, Maçonaria, Priorados e Orgias. Só pode ser um símbolo. Um sinal para pessoas de fora identificarem o local do culto secreto.

É de ler este comentário de  António no post do Pedro Macieira:

” Já que está a ter tanta visibilidade (o vídeo da Maitê Proença), seria bom lembrar que aquela porta pertence ao antigo Hotel Victor – frequentado por Eças,Camilos, Ramalhos e outros grandes intelectuais do Séc.XIX e que como é sabido, surge inclusivamente, retratado nos Maias. É também de recordar que quem o mandou construir foi o Victor Sasseti, dono do Hotel Bragança, em Lisboa, maçon e grande amigo de António Carvalho Monteiro e do Luigi Manini, que lhe fez o projecto do Cottage Sasseti, na encosta dos Mouros, agora propriedade da Câmara.Claro que o Sasseti pôs o número ao contrário de propósito! Nesta «vilazinha» tudo tem certo espírito secreto. Pena a senhorita não arranjar ninguém que lhe explique a simbologia do três…

O três invertido, tal como o triângulo invertido, representa o princípio masculino. O número três, como o cinco ou o sete, tem importantes conotações maçónicas (por exemplo, os três símbolos da Maçonaria são o Esquadro, Nivel e o Fio de Prumo).Três são também as Graças, como se pode ver no painel da Regaleira. Já para não falar da triplicidade do tempo (passado, presente e o futuro) e de outras coisas que davam pano para mangas.”

Obrigado a António Portugal que ganhou um leitor, e a Pedro Macieira que também é o autor da foto.

” Já que está a ter tanta visibilidade (o vídeo da Maitê Proença), seria bom lembrar que aquela porta pertence ao antigo Hotel Victor – frequentado por Eças,Camilos, Ramalhos e outros grandes intelectuais do Séc.XIX e que como é sabido, surge inclusivamente, retratado nos Maias. É também de recordar que quem o mandou construir foi o Victor Sasseti, dono do Hotel Bragança, em Lisboa, maçon e grande amigo de  António Carvalho Monteiro e do Luigi  Manini, que lhe fez o projecto do Cottage Sasseti, na encosta dos Mouros, agora propriedade da Câmara.Claro que o Sasseti pôs o número ao contrário de propósito! Nesta «vilazinha» tudo tem certo espírito secreto. Pena a senhorita não arranjar ninguém que lhe explique a simbologia do três…
O três invertido, tal como o triângulo invertido, representa o princípio  masculino. O número três, como o cinco ou o sete, tem importantes conotações maçónicas (por exemplo, os três símbolos da Maçonaria são o Esquadro,  Nivel e o Fio de Prumo).Três são também as Graças, como se pode ver no painel da Regaleira. Já para não falar da triplicidade do tempo (passado, presente e o futuro) e de outras coisas que davam pano para mangas.”

Outubro 14, 2009

O Pingo Doce não é a Apple

Arquivado em: Marketing — Nuno Saraiva @ 5:09 pm
Os portugueses no twitter têm mostrado opiniões exageradas no que diz respeito ao falhanço épico que é o anúncio do Pingo Doce.
 
Quem é que, estando bom da cabeça, vai deixar de ir ao Pingo Doce, por causa de terem feito um mau anúncio? Ninguém. O serviço que o Pingo Doce presta é exactamente o mesmo. Será uma minoria residual, se houver alguém que deixe de ir ao Pingo Doce agora por já não se identificar com a marca.
 
Se fosse a Apple a cometer um erro destes, aí sim, seria grave, dado que a Apple utiliza os consumidores mais curiosos para espalhar a mensagem, criando uma espécie de culto.
 
O Pingo Doce é um negócio que não funciona assim, pelo que o que se falou no Twitter (e parece que no facebook) acabou por repetir a palavra até à exaustão. Eu próprio a escrevi algumas vezes e aqui continuo a repetir: Pingo Doce. Possivelmente até foi melhor para o Pingo Doce que se tenha falado do que ficasse o desastrado anúncio e silêncio.
 
Objectivo do anúncio.
 
A ideia do anúncio começou mal logo à partida. Com o anúncio, o Pingo Doce pretendia passar duas ideias na sua imagem institucional:
Um atendimento perfeito cheio de sorrisos, e;
A ideia que o Pingo Doce há décadas que não muda, que há décadas que é como hoje (até o Palácio da Pena mudou de cor, e o Pingo Doce continua igual).
 
Provavelmente esta decisão foi gerada por dois factores: Colocar-se lado a lado com Modelos, Continentes e Jumbos, com imagens institucionais mais sólidas e talvez a campanha do MiniPreço, que afirma que foi o mais barato nos bons tempos, nos maus tempos e no futuro tempo das vacas gordas.
 
O problema de substância, é que o Pingo Doce mudou em tempos recentes, e muito. Baixou o nível de preços, eram supermercados um pouco mais caros (durante uns tempos passaram uns anúncios onde mostravam reduções, garantindo que não era promoção, era redução constante), e mudou também de imagem: Passou o logotipo verde para letras brancas sobre preto.
 
Em vez de valorizar a mudança e o esforço que fez para baixar preços, pretendem fingir que sempre foram assim.
 
Quanto à forma: É um péssimo anúncio. Música chata, bandeira ao contrário, tudo muito perfeito.
 
Erro: Grande investimento deitado à rua.

O vídeo da Maitê

Arquivado em: Blogosfera, Cinema e TV, Vídeo e piadas — Nuno Saraiva @ 10:12 am

Às vezes acho que nós portugueses somos meio parvos. A maioria das pessoas gosta de gozar mas não gosta de ser gozada.

Pelo menos, espero que este vídeo sirva para quem se indignou e assinou a tal petição ou chamou nomes à senhora, perceba o que sentem as figuras públicas perante os contemporâneos, ou portugalex ou o contra-informação.

Por exemplo, para quem tem esse ponto de vista, que eu não tenho, deveria ser muito mais indignante as entrevistas do Bruno Nogueira a populares ou as reportagens da liga dos últimos.

Este sururu tudo foi por ser uma pessoa brasileira?

Que sentido de humor é este que não aguenta um sketch de coisas ridículas nas viagens duma loira de mini-saia?

Podia alongar-me mais sobre o conteúdo do vídeo, mas o João Manuel Vicente a 13 de Outubro de 2009 às 18:20, colocou um comentário a este post do ABC do PPM, que subscrevo como sendo a minha opinião.

Outubro 10, 2009

Rio 2016 – Polícias Olímpicos?

Arquivado em: Geral — Nuno Saraiva @ 7:38 pm
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Fico sempre com orgulho em Portugal, quando penso na organização da Expo 98. É verdade que houve alguns problemas e negócios pouco claros na empresa Parque Expo, que meteu polícia e prisão; mas a Expo 98 correu bem e o que ficou depois também – Hoje, o Parque das Nações é um sítio espectacular, mesmo ficando longe do centro da cidade.

A questão veio a lume agora que o Rio de Janeiro soube que vai organizar os Jogos Olímpicos de 2016 com duas novas modalidades: Golfe e Rugby.

Terá o Brasil capacidade para organizar os Jogos Olímpicos sem desperdiçar dinheiro, e reaproveitar as infra-estruturas depois?

À partida, temos a tentação de pensar “claro que sim”. Mas a verdade é que há algumas pessoas no Brasil que têm demonstrado algum receio – por um lado que as forças de segurança não tenham autoridade para travar uma onda de delinquência, que ultimamente tem assolado as duas maiores cidades brasileiras, tendo ficado coladas à sua imagem; Por outro que seja um colossal investimento perdido.

Há dois anos, o Brasil organizou os jogos Pan-Americanos com um investimento de 3 biliões de Reais. Segundo este artigo do Portal Exame brasileiro, todo o investimento foi perdido, tudo ficou na mesma e houve falta de planeamento e desperdício de dinheiros públicos.

Entre uma imensidão de posts papagueantes de notícias com vivas ao Brasil, e uma minoria que diz que é contra, este, do Blog dos esportes, é demasiado céptico, mas toca em pontos essenciais – é preciso alguma cultura para receber os jogos olímpicos, e é preciso organização e rigor na aplicação de grandes investimentos.

Li, com alguma graça, num blog que entretanto perdi, que o Brasil vai ter o recorde de atletas até 2016: São os atletas a querer entrar nos Olímpicos e os Polícias a treinar para correr atrás dos ladrões.

Espero, que o Brasil possa abandonar a imagem abaixo e que tudo corra bem em 2016.

Outubro 8, 2009

Detesto os programas dos provedores da RTP

Arquivado em: Geral — Nuno Saraiva @ 10:41 pm

A criação dos provedores da rádio e da televisão públicas foi algo que aplaudi e que achei interessante e necessário.

Os provedores actuais – Paquete de Oliveira e Adelino Gomes – são bons provedores e têm de ser detentores duma paciência desmedida.

As queixas dos telespectadores e ouvintes consistem normalmente em barbaridades intelectuais e apelos restritivos de liberdade.

Na televisão são tentativas de manipular programas de humor, limitando conteúdos. Ainda assim, as queixas dos espectadores têm alguma razão de ser no que respeita à informação, que tende a ir atrás da das outras televisões, mais ruidosa.

Já na rádio tenho ouvido queixas inimagináveis:

Desde tentativas de censura ao programa do Sr. Comentador (Sátira política e Social), de criticar o facto de João Gobern e Pedro Rolo Duarte terem falado na nespresso, e outras coisas que na minha opinião são simplesmente ridículas.

Como referiu o narrador “Nem a passagem de Amália na Antena 1 fica imune a críticas de ouvintes.”

Ultimamente, as queixas da rádio, têm incidido sobre programas de autor. Há quem se queixe que Edgar Canelas, no seu programa de autor – Alma Lusa, passa Amália demais. Seja pela voz da própria, seja as suas músicas cantadas por outros cantores.

O último programa do provedor relativo à Antena 2 foi detestável. A Antena 2 tem aberto a sua programação a estilos musicais que se desviam do puro clássico. Música filarmónica, Jazz, música contemporânea e música electrónica.

Dois intelectuais sentem-se agredidos por estes programas e pela promoção dos mesmos. Para estas pessoas, os estilos de música acima ferem as suas sensibilidades e devem ser banidos da programação.

Pessoalmente, só aprecio um dos estilos em questão, mas defendo que todos os estilos devem ter lugar na rádio pública – num dos três canais.

Não pretendendo perder muito tempo com este assunto, venho questioná-lo se acha que os responsáveis pela programação da Antena 2 sintonizam efectivamente a estação que dirigem? Passo a explicar: há meses e meses a esta parte, às horas certas, ouve-se, até à náusea total, algo que, por variadíssimas vezes, me fez já desligar o rádio e, certamente, a muitos outros ouvintes também! (1)

Sugestão: 1. mais espaço para a música propriamente dita. 2. mais contenção nas falas quer dos apresentadores, quer dos entrevistadores, quer dos entrevistados. Em resumo: seja a Antena 2 aquele lugar onde se possa ouvir efectivamente arte traduzida em música. (2)

Estou a falar do jazz, da musica étnica e do que se convencionou chamar musica contemporânea, que tem sido uma forma de vida subsidiada para alguns criadores sem publico do nosso tempo. Tenho como melhor exemplo desta solução intragável, a France Musique, que com todos os meios que tem à sua disposição, acaba por ser preterida por outras rádios mais consistentes.

Aceito que a tentação de fazer igual à France Musique deva ser grande, mas o meu receio é que quando o conseguirem, passam a ter uma espécie de auditório Bósnio. Já hoje, há horas em que não podemos abrir a Antena 2. Dado que felizmente temos acesso à Radio Classique, não há problema. (3)

  1. José Oliveira (2) Fernando Lopes Santos (3) José Sarmento

Estas pessoas são um bocado egoístas, não são?

Setembro 26, 2009

Fisco filtra software para travar facturação paralela

Arquivado em: Software, Trabalho — Nuno Saraiva @ 9:55 am
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As empresas que facturem 100 mil euros por ano e emitam mais de 500 facturas ou talões vão ser obrigadas a ter sistemas de facturação certificados pelas Finanças. Esta certificação é obrigatória a partir de 1 de Janeiro de 2011.

As empresas que emitem facturas ou talões de venda (para valores abaixo de 10 euros) vão ser obrigadas a certificar o seu programa de facturação. A medida vai visar todos os sujeitos passivos que, cumulativamente, facturem anualmente mais de 100 mil euros e mais de 500 facturas ou documentos equivalentes por ano.

Ao que o JN apurou, esta certificação vai ser feita pela Direcção -Geral dos Impostos e obriga os produtores daquele software a observarem vários requisitos técnicos na concepção dos seus programas de facturação. Ao mesmo tempo, terão de comunicar ao Fisco os programas que comercializam; de disponibilizar um exemplar do sistema; e criar condições para que possam ser efectuados testes de conformidade.

Do lado das empresas, estas novas regras obrigam a que os sistemas de facturação com que trabalham sejam actualizados para ficarem em conformidade, o que tem de ser feito até 30 de Setembro do próximo ano, já que o prazo para ser obrigatória a certificação é 1 de Janeiro de 2011.

Quem tem sistemas sem capacidade para observar os novos requisitos técnicos terá de adquirir um novo programa de facturação. O JN soube que para as empresas confrontadas com esta última alternativa estão previstos incentivos de natureza fiscal, permitindo-lhes diluir este custo.

Foi a constatação e a detecção de casos, nomeadamente no sector da restauração (ver caixa), de empresas com máquinas registadoras que emitem um registo para controlo interno (e com os valores reais das vendas) e outro (com valores mais reduzidos) para efeitos fiscais, que impulsionou esta certificação. Para ter o aval do Fisco, um programa de facturação vai ter de incluir um sistema que permita identificar a gravação do registo de facturas e talões de venda através do algoritmo de Hash e possuir um controlo de acesso ao sistema que obrigue a autenticação dos utilizadores. E não pode ter funções que permitam alterar (ainda que remotamente) qualquer informação de natureza fiscal sem que isso fique registado na informação original.

Operação “self-service” envolveu 400 restaurantes

Ficou conhecida por operação “Self-service”, foi promovida conjuntamente pela Polícia Judiciária e pelos serviços da Inspecção Tributária e envolveu mais de 400 restaurantes, responsáveis por vendas não declaradas superiores a 50 milhões de euros. Sob a mira das autoridades estavam as empresas de restauração e o objectivo era detectar a utilização ilegal de programas informáticos, que produzem contabilidades paralelas e permitem fugas ao Fisco em sede de IVA e IRC. O esquema consiste em criar programas que uma vez instalados no sistema de facturação permitem alterar os dados de forma a que, para efeitos de informação fiscal, a facturação que fica “registada” é inferior à efectivamente observada. No caso da operação “Self-service” era omitida, em média, cerca de 25% da facturação, havendo casos em que se chegava mesmo aos 70%.

A restauração foi o sector visado nesta operação, mas as autoridades acreditam que outros sectores utilizarão também estes softwares de facturação adulterados.

A certificação prévia dos programas informáticos que vai passar a ser exigida visa, assim, limitar alterações fraudulentas. Não sendo um exclusivo nacional, o risco de fraude em caixas registadoras mereceu já a atenção da Comissão Europeia (CE). Esta é, de resto, uma matéria que é de notificação prévia a Bruxelas, pelo que o diploma da certificação português foi já enviado à CE.

Limites são generosos
[Domingues de Azevedo, Presidente da CTOC]

Como classifica esta medida de certificação obrigatória dos programas de facturação no âmbito do combate à fraude e evasão fiscais?

Trata-se de um passo enorme no desincentivo às situações de subfacturação ou falsa facturação. Porque há sectores que têm mais facilidade em fugir à declaração total, uma vez que não existe o chamado interesse sucessivo por parte do adquirente do produto.

Há sectores em que o cliente não tem qualquer incentivo fiscal para pedir a factura e isso permite que um sistema faça um registo do total das vendas, para efeitos de controlo de caixa, e outro para efeitos fiscais.

Será possível acabar com os casos de viciação dos sistemas de facturação?

Não diria que vai acabar porque a apetência das pessoas para incumprir vai continuar a existir, mas pelo menos vai desincentivar e muito essas situações.

Os limites (100 mil euros de facturação e emissão de 500 facturas ou talões) são adequados?

Parecem-me bastante generosos e poderão deixar de fora algumas situações.

In: JN 26-09-2009

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